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8 de abril de 2014

Lista do essencial para Taizé - Easter 2014


Sábado que vem, se tudo correr como previsto, sigo para Taizé novamente! 
As saudades que eu tenho das orações, do puré de batata, do convívio com jovens de todo o mundo, do meu inglês hesitante, do francês desesperado e do portunhol bem intencionado. Tenho saudades do chocolate no pão ao pequeno-almoço, de tentar acompanhar os contraltos nas orações,  do lago do silêncio onde invariavelmente não consigo estar calada, do laranja da igreja, dos beliches sem proteção, das guitarras no Oyak, do queijo aos triângulos da refeição "no meat". Dos amigos que fiz lá (e que vou encontrar este ano!), de me encontrar com Deus e recarregar baterias.


Sou uma pessoa de listas, por isto esta lista será apenas para mim. Para mim e, talvez, para quem vá a Taizé pela primeira vez na semana Santa e que caia por acaso de pára-quedas neste cantinho que é o meu blogue. Mas servirá, sobretudo, de recordação! 

A minha refeição favorita em Taizé - puré de batata e especiarias e salame (aqui não vou ao no meat...)

Portanto, cá vai a lista do essencial para Taizé, na Semana Santa, e para quem fique numa camarata (aquecida, iei!).

Taizé fica longe para camano
Mochila (para levar no autocarro, na viagem de cerca de 24h para quem segue de Lisboa):

  • Cervical fofinha (nada daquelas insufláveis!)
  • Casaco
  • Manta/cobertor
  • Bolsa de higiene 1 (escova de dentes+pasta+escova cabelo+o que vos fizer falta durante 24h, que isto ser menina tem os seus quês)
  • Livros, mp3, cartas para jogar - 24h é muuuito tempo.
  • Lenços de papel (se forem ranhosos como eu)
  • Máquina fotográfica
  • Carteira (com os documentos - não esquecer o cartão europeu de saúde! - e algum dinheiro)
  • Telemóvel
  • Máquina fotográfica
  • Comida: sandes, bolachas, sumos, água, fruta. Eu irei levar sandes, água, fruta fresca, chips de maçã seca, cenouras aos palitos, bolachas caseiras e trufas crudíveras. Às tantas ainda me dá para fazer um bolo, ou muffins. Não sei. Andar de autocarro dá-me fome.
  • Sacos de plástico
  • Estojo com canetas e bloco de notas (vou tentar - tentar! Não prometo nada... - manter um registo diário dos meus dias em Taizé, pois foi uma coisa que tive pena de não ter feito em 2010 nem o ano passado, em Roma). 
Mala 

  • Canivete - o must have em Taizé! O básico da sobrevivência. Se for daqueles com mini garfinhinho, melhor ainda. 
  • Gabardine - em Taizé chove todos os dias!
  • Saco-cama
  • Almofada
  • Casaco extra (vou levar um fino e outro mais quente)
  • Bolsa de higiene 2 (com produtos de banho: gel de banho, shampô, amaciador, chinelos)
  • Agenda com moradas (para enviarem postais de Taizé aos vossos amigos - ok, sou só eu que gosta de fazer isto?!)
  • Enlatados (para a viagem da volta)
  • Comprimidos (para o caso de ficarem doentes terem assim um ibuprofeno e/ou paracetamol à mão. Eu ainda levo os das artroses, para a minha bursite do joelho...)
  • Toalha de banho - de preferencia, daquelas fininhas que secam instantaneamente (comprei a minha na Decatlon)
  • Carregadores - da máquina fotográfica e do telemóvel
  • Sacos de plástico - nunca são demais, acreditem.
  • Roupa - claro, né... Aqui a palavra de ordem é o minimalismo. No meu caso, o minimalismo é: um par de meias e um par de cuecas para cada dia (mais um suplente - não sei porquê, mas em meias e cuecas levo sempre um par suplente!), dois pares de calças (sendo que uma delas vai vestida), camisolas interiores (uma para cada dia), 3 pares de leggings, uma camisola fina para cada dia, dois blusões/camisolas mais grossas. Ainda vou ponderar se levo as minhas jardineiras ou não (entretanto diminuí dois números, mas não há-de ser nada). Levem calçados umas botas que sirvam para a chuva. Levem também cachecol e gorro, que isto nunca se sabe.
  • TAMPÕES PARA OS OUVIDOS. Juro que se me esquecer deles (como aconteceu em Roma) entro em depressão profunda. O meu sono é de princesa, basta um ressonar levezinho para já ficar avariada (em contrapartida, pessoas a conversar, música, barulho do trânsito, passaros e afins até serve de embalo).
E pronto, é basicamente isto! Se souberem tocar um instrumento, tipo guitarra, pífaro, ferrinhos, o que for não se inibam de levar também - vão ser a alma da festa. 

Coisas que precisam levar mas que não cabem na mala: boa disposição, espírito prático (o desenrascanso, sabem?), descontração, predisposição para a reflexão (Taizé não é Erasmus!), vontade de comunicar. E isto não significa falar fluentemente três linguas - nem o inglês é estritamente necessário. Eu em 2010 era uma naba ainda maior que agora com o inglês e falei com toda a gente...


Espero que tenham gostado e que, quem sabe, tenha sido útil para alguém! Se for o caso de teres vindo cá parar por acaso e estares também a preparar-te para a semana Santa em Taizé, não hesites em procurar-me. Sou a da gabardine amarela, tipo capitão Pescanova. Não há como errar!
Tipo assim, mas sem o chapéu.

Nota: Imagens todas retiradas do google

14 de fevereiro de 2014

Dia dos namorados

Não devia, mas vou só acabar de escrever isto e passar dois filmes para uma pen e vou num instante fazer um bolo de chocolate, enfiar-me no sofá com os meus dois gatinhos e passar o resto da tarde a ronronar com eles, ver filmes, comer bolo, beber chá e tudo isto com uma mantinha de lã nos pés.

É demasiado estranho adorar estes meus dias de S. Valentim solitários?

22 de maio de 2013

Dia do Abraço!

Descobri à tarde, por uma amiga, que hoje se celebrou o dia do abraço e, claro, não podia deixar passar em branco o dia de uma das minhas atividades preferidas (a seguir a conversar!). 
Pouca coisa me sabe tão bem como um abraço, daqueles espontâneos, na altura certa e vindos de pessoas de quem eu gosto. Adoro quando os miudos começam a perceber a função social do miminho e do abraço e nos dão abraços espontâneos em vez de correrem no sentido oposto quando lhes perguntamos se lhes podemos dar um beijinho. 
Há toda uma palete de abraços à escolha, e eu sinceramente gosto de todos. Vi esta imagem há tempos numa página de banda desenhada (também tenho as minhas pancas) e achei que valia a pena encher mais um bocado o disco do meu pc guardando-a:


Com base nisto, decidi fazer uma lista dos meus 10 abraços preferidos ou que considero mais comuns e baptizá-los:

20 de março de 2013

Dia Internacional da Felicidade



A partir de 2011, no dia 20 de Março passa-se a comemorar o Dia Internacional da Felicidade, que tem como objetivo a sensibilização para o desenvolvimento sustentável e atenuação da pobreza, bem como a inclusão, igualdade e equilíbrio no crescimento económico, e para que as políticas públicas dêem ênfase à importância do bem estar e da felicidade no desenvolvimento das nações. Lembro-me de ter falado, em Psicologia Positiva, no 1º ano, do FIB (Felicidade Interna Bruta). Procurem coisas sobre o Butão!..

17 de maio de 2012

17 de Maio - Dia Internacional contra a Homofobia


Para quem não sabe, hoje é o dia mundial contra a homofobia.
A primeira vez que ouvi o termo homofobia já devia ser crescidinha, com uns 10 anos, e andei durante algum tempo a pensar que homofobia era ter medo de homens (homo+fobia - o meu latim sempre foi mais para o intuitivo...) o que me parecia sumariamente desagradável.

16 de fevereiro de 2012

Só de mim

Acho que toda a gente já deve ter visto este video, eu vi-o em todo o lado: no Tá Bonito, no facebook de amigos, no youtube, enfim, está por todo o lado. Gosto muito dele por várias razões: pelo texto, pela música de fundo, por ser em português e por ter sido gravado em Lisboa... Soube que este video foi desenvolvido pela Ana Luisa Bairos, do blogue "Doce para o meu doce" de que, claro está, depressa me tornei seguidora.
Muito bom mesmo, é sempre agradável ver alguém ter uma boa ideia e pô-la em pratica em cenário português. Vale a pena ver, se ainda estiverem numa onda de Dia dos Namorados tardia...

14 de fevereiro de 2012

À quoi sa çert l'amour?

Já não escrevia aqui há imenso tempo, já estáva com saudades! Nada como recomeçar no Dia dos Namorados.
Com ou sem namorado, o dia não é indiferente a ninguém. E lá por estarmos de momento descomprometidos, não significa que não possamos viver o dia em celebração ao amor e ao miminho. Porque ninguém vai ficar sozinho para sempre. Portanto, para a malta solteira, deixem lá as depressões e as tretas do facebook que dizem que odeiam o Dia dos Namorados e que declaram guerra ao amor. Aproveitem e vejam filmes cómicos e enfrasquem-se de chocolates até quase ficarem em coma diabético.
E fiquem com a incontornável e sempre minha amiga Edith Piaf. A música em si pode não vos dizer nada, mas o video vale sempre a pena.


Bom dia dos namorados para vocês!

16 de dezembro de 2011

Natal "chez nous"

Pois é minha gente, o que é feito do tempo??? Ainda ontem estávamos no Verão, eu a dançar nos bailes todos o maior número de lambadas possíveis, a apanhar amoras e a fazer doces, a dormir sestas e a apanhar batatas, e agora já estamos em Dezembro, o 1º Semestre acabou hoje na teoria, faltam "apenas" os exames. E passar neles, claro. E num instante vamos chegar ao Natal (é já deste Domingo a oito dias, Santo Deus!).

11 de julho de 2011

Festa dos Tabuleiros



Ontem a família saiu à rua e foi à lendária Tomar. A minha primeira e única vez em Tomar foi quando tinha dez ou onze anos numa visita de estudo, em que não ouvimos o apito do professor e no final da tarde andava tudo em pânico à nossa procura. Mas tinha boas recordações de Tomar, apesar deste episódio e apesar de as recordações não serem muitas - nas visitas de estudo não se consegue propriamente passear, e muito menos ao nosso gosto, e tinha uma vontade enorme de lá voltar e ver tudo com calma. Esta última parte não aconteceu, mas nem eu estava à espera de outra coisa: fui à festa dos tabuleiros!!!!

14 de abril de 2011

Feliz Dia do Beijo!

Vamos fingir que este post foi publicado ontem, dia 13, pode ser?
Hoje é o Dia do Beijo! Para variar, só me apercebi à noite, pela minha mãe, fiel ouvinte da Rádio Comercial. Ao que parece, pela minha pouca pesquisa, já foi criado há quase 30 anos e só hoje me apercebi da sua existência... Ora vejam (a  cinzento são os meus comentários) 

14 de março de 2011

Carnaval!

















O post já vem com o atraso de uma semana, mas Carnaval é quando um  homem quiser, e o mesmo se aplica para se falar dele.
Deliro com o Carnaval. Lembro-me perfeitamente da primeira vez que me mascarei, tinha 4 anos. A minha mãe perguntou-nos se nos queríamos mascarar e nós respondemos logo que não, como fazíamos com tudo o que era novo e não percebíamos. Ela não insistiu muito, não acha piada nenhuma a estas coisas. Nas vésperas de Carnaval é que começámos a berrar, que nos queríamos mascarar, e porque não sabíamos que era assim, queríamos estar igual a toda a gente blá blá blá e ela coitada lá desenrascou uma india e uma dançarina de flamenco (vulgo espanhola). E a partir daí nunca mais parou.
O que é estranho é que na minha família ninguém liga importância ao Carnaval, excepção feita à minha avó e a mim. Já me mascarei de tudo e mais alguma coisa: Minnie, Mulher do Drácula (Draculina), Noivo (fiz par com a Alexandra - e ainda hoje não sei como a convenci), princesa com varicela (a varicela não era máscara), Dama Antiga, Maria da Fonte, Natacha Roxane Gagarin (uma longa história)... enfim. Este ano, foi a vez de Noiva Cadáver. Com o vestido da minha mãe, lábios pretos e umas olheiras pintadas à pressa (aliás, tudo nesta máscara foi à pressa). Para segunda-feira à noite (isto foi só festas), para não ir igual, levei uma antiga máscara de princesa medieval (há coisas boas em não se crescer desde os 11 anos), uma coroa colada com fita adesiva (mal cheguei a casa, parti-a), maquilhagem assustadora, uma cesta de maçãs e de repente era a Bruxa Má da Branca de Neve, uma personagem que sempre me fascinou. Pena não ter arranjado nenhum espelho de mão, de preferência falador...
Por enquanto, ainda não fico (demasiado) ridícula mascarada. Apesar de haver momentos constragedores - como o miúdo que só conseguiu passar por mim ao colo do pai (e a chorar) e mascararmo-nos porque os meus primos vinham passar a tarde connosco e era giro estarmos mascaradas também e os miúdos acabarem por vir à civil. Esta juventude já não é o que era! O que será que fazem às criancinhas de hoje em dia?!
Acho que não imagino um Carnaval sem estar mascarada. Não consigo. Acho que vou ter 80 anos e ainda vou andar por aí de bochechas pintadas e vestimentas duvidosas nesta altura do ano. Ou então pode ser que acabe por me fartar, ou ficar chata, ou então ganhar vergonha na cara. Os milagres acontecem... 
Por enquanto, vão ter de me aturar cá em casa. Já estou a engrendrar a vestimenta do ano que vem...

9 de fevereiro de 2011

S. Valentim e paneleirices que tais

Chegou a altura do ano em que tudo à nossa volta se resume a coraçõezinhos e ursos de peluche. Muita gente o odeia, muita gente o adora, muita gente finge que o odeia mas no fundo é só inveja, a verdade é que estamos aí à beira de mais um S. Valentim, ou Dia dos Namorados, se preferirem.
Eu gosto do S. Valentim. A população visível anda feliz (os que não se vêm estão em casa a empanturrar-se de chocolates em forma de coração enquanto vêem o Titanic ou o Amor Acontece para afogar as mágoas - no Hugh Grant ou no Leonardo Di Caprio, ou na Kate e na Lúcia Moniz - o chocolate é apenas um acompanhamento) de mão dada com a cara metade, aos beijinhos, tudo muito mel. Enfim.

3 de janeiro de 2011

Festas!

Já não dou notícias há bastante tempo, até parecia que o blogue estava morto ou algo assim. Não é verdade!
Foi a altura das festas, a minha segunda altura favorita do ano (a primeira são mesmo as férias de verão, tão boas, parece que nunca mais acabam...: o Natal! Este ano nem consegui concentrar-me bem no Natal, afogada como estava (estou!) em coisas para estudar. Enfim, quem corre por gosto não cansa, mas nem sempre é verdade...

20 de junho de 2010

Faço anos!


Hoje estou de parabéns!

Faço 18 aninhos!!! Já posso votar, já posso tirar a carta, já posso sair do país quando me apetecer sem ter de ir ao notário, já posso ser a minha própria encarregada de educação, já posso ver filmes M18, já posso pedir uma cerveja na Pans, já me posso casar desde que arranjde marido... só coisas de gente grande!