8 de maio de 2013

Miscelâneas incongruentes


A semana passada, vinha eu da biblioteca (descobri as alegrias de ter uma biblioteca ao pé de casa - livros gratuitos!) com os três livros que tinha escolhido para este mês na mão, quando reparei nos títulos:

- Caderno de Agosto, da Alice Vieira
- A arte de ser bom pai - cartas de Eça de Queiroz para os filhos
- Liza a pecadora, de Sommerset Maugham (tenho de trazer sempre um livro dele, acho que vou ler as suas obras todas de seguida até me enjoar).

O primeiro é um livro para crianças e pré-adolescentes (a Alice Vieira é a minha escritora preferida - tenho 20 anos, a caminho dos 21), o segundo uma compilação de algumas cartas do Eça para os filhos, com comentários de Beatriz Barrini e o terceiro, bem, o terceiro é o Maugham e nem preciso de explicar mais nada.
Parecem livros para pessoas diferentes, mas não, são todos para mim. 
Para a próxima, vou trazer o Anna Karenina, do Tolstoi, outro do Maugham e um livro da colecção "Profissão Adolescente", da Maria Teresa Maia Gonzalez (talvez o "Tão cedo Marta!", se estiver disponível...). 

6 de maio de 2013

Há dias felizes!


Não estava muito preocupada com o assunto, afinal não estava na "linha de fogo", mas foi um alívio saber que entrei para o mestrado que queria. Fiquei radiante :D 

É estranho. Parece que ainda ontem entrei para a faculdade e escrevi este post aqui. Não conhecia ainda quase ninguém, não tinha visto um único professor (real, o da aula fantasma não conta!), não tinha ido a uma única aula (a primeira seria segunda-feira, Biologia e Genética, ainda me lembro!). Estava entusiasmada por ir conhecer pessoas novas, por mudar de ares. Tinha a minha irmã e o meu melhor amigo mesmo ali ao lado (entretanto o cenário alterou-se...). Estava feliz.
Passados três anos, o balanço mantêm-se positivo. Muito positivo, até. Apesar deste semestre andar mais desmotivada (digamos que a reformulação do plano de estudos não foi o que eu estava à espera...), estou entusiasmada com o que vem aí. 
Apesar de serem assustadoras, continuo a gostar de mudanças. Estou mais que preparada para esta.
E, daqui a 2 anos, vai ser interessante ler este post outra vez. 
Desejem-me sorte!

27 de abril de 2013

Livro 2 - Anouska tem um medo que se pela por cavalos

Não sei precisar quando começou. Eu sei que é impossível alguém nascer com medo de cavalos, mas sinceramente, acho que é o meu caso! Os burros não entram nesta equação: os burros são fofinhos, eu meto-me em cima deles sem problemas e uma das melhores recordações que tenho da minha infância é pegar a boleia de todas as carroças que via passar na terra do meu avô. Os burros não contam.

24 de abril de 2013

Quando se faz o que se gosta...


... chega-se a casa com asas nos pés e cheia de ideias na cabeça para projectos futuros!


Adoro dias assim.
Deixem-me gozar desta sensação, que amanhã já passou tudo!


7 de abril de 2013

Voltar de férias...

Pois é, voltei! Duas semanas passaram num ápice, e amanhã lá voltou eu para as greves da cp, trabalhos da faculdade, aulas (umas secantes, outras interessantes!), correrias, enfim. Lá volto eu à minha vida.
Digo a toda a gente que gosto de viver onde moro (e é verdade!), mas adorava morar num lugar onde pudesse passear depois do jantar. É que apesar do frio que se fez sentir em Trás-os-Montes (ontem então nem se fala!) as caminhadas depois do jantar eram o ponto alto do dia. E depois de duas semanas rodeada por estas paisagens, quem é que se pode sentir feliz por voltar para um subúrbio lisboeta???








(as fotos são todas minhas, tiradas por mim nestas duas semanas)

Morasse eu mais perto... Assim, só em Agosto.
Estou deprimida!

5 de abril de 2013

Servidão Humana


 
Como sempre, ou quase sempre, acontece, leio primeiro um livro sem saber nada sobre ele e só depois vou ver o que as críticas, os amigos, a wikipédia ou o que seja, dizem dele. Normalmente, fico desiludida e esqueço depressa a crítica, mas no caso da Servidão Humana esta crítica deixou-me a gostar ainda mais dele, porque permitiu-me a comparação directa do que corresponde à realidade (ou seja, à vida do Maugham) e do que corresponde à ficção (ou seja à vida do Philip).
Adoro o Maugham, quase de paixão, apesar de, com este, ter lido apenas 3 livros. Adorava tê-lo conhecido e acho uma injustiça verdadeira ele ter morrido ainda antes da minha mãe nascer. Não seria bom chegar-me ao pé dele, estender-lhe a mão e "Olá Sr. Maugham [lê-se algo como Môme] como tem passado, agora sente-se aqui, beba um chá [o homem era inglês e todo o bom inglês gosta de chá] e fale."? 

29 de março de 2013

O discurso do rei

 
Devido a ter raptado levado por empréstimo o disco externo de um amigo (obrigada Hélder!), fiquei com uma autêntica legião de filmes para ver. Como os fieis seguidores deste blogue sabem, CONTINUO SEM TER DVD. Acho que a maldição dos DVD's se abateu sobre mim e já não há nada a fazer. Junta-se este facto ao facto de não ter uma televisão (em Lisboa, aqui na terra sim) daquelas que dá para pôr uma pen atrás, mais com o facto de não gostar de ver filmes no computador, acrescentado ainda ao facto de uma ida ao cinema estar escandalosamente cara, e o resultado é eu não ver nem metade dos filmes que gostaria de ver. Nem um terço, na verdade.  
Um deles era o Discurso do Rei. Já o queria ver há tanto tempo que até já tinha medo que a expectativa me fizesse não gostar do filme. Mas parecia ter tudo o que eu ia gostar - é um filme histórico que, tinha ouvido dizer, tentou ser o mais fiel possível aos acontecimentos que aconteceram na realidade. Resumidamente (até porque de certeza que a maioria de vocês já deve ter visto o filme) a história é sobre o príncipe Albert (futuro George VI) que sofria de gaguez.

23 de março de 2013

Pêlos masculinos


Nada como recomeçar o blogue entrando logo em assuntos controversos! E podia pegar em várias coisas, desde a educação até à pobreza do mundo, mas vou pegar por uma das coisas que me faz muita confusão, como o sabem todos os meus amigos: pêlos masculinos.

Desde que me lembra de ter começado a olhar para os rapazes com olhos de ver que sempre achei os pêlos masculinos o supra sumo da sensualidade. Um homem sem pêlos parece-me um pré-púbere, um garoto. Para mim, um homem para ser sexy tem de ter pêlos. E além disso é irritante ir no metro e ver que o rapaz que está ao nosso lado tem menos pêlos nos braços que nós.

20 de março de 2013

Dia Internacional da Felicidade



A partir de 2011, no dia 20 de Março passa-se a comemorar o Dia Internacional da Felicidade, que tem como objetivo a sensibilização para o desenvolvimento sustentável e atenuação da pobreza, bem como a inclusão, igualdade e equilíbrio no crescimento económico, e para que as políticas públicas dêem ênfase à importância do bem estar e da felicidade no desenvolvimento das nações. Lembro-me de ter falado, em Psicologia Positiva, no 1º ano, do FIB (Felicidade Interna Bruta). Procurem coisas sobre o Butão!..

18 de março de 2013

Regresso - Olá!


Olá a todos! Depois de quase um ano sem escrever, em que dei mais atenção ao outro blogue, o Mãos de Manteiga, é tempo de voltar. Não consigo viver sem escrever, está-me nos genes, inserido no mircroship, instalado em mim de qualquer maneira - e escrever para aqui parece-me muito menos deprimente do que escrever sozinha, numa folha de papel. 
Mas não queria apenas continuar a escrever como se nada fosse a partir do ponto em que tinha acabado - que, ironicamente, prometia pelo menos escrever todos os meses, numa espécie de rubrica chamada "Livros da Anouska". Por isso decidi dar um pequeno ajuste ao blogue, torná-lo mais organizado e um pouco mais coerente. Depois de uma volta pelas mensagens publicadas, reparei que os meus post afinal não eram assim tão desorganizados e que se podiam inserir numa (ou numas) das seguintes categorias: 

27 de maio de 2012

Livro 1 - Anouska e os Post-it

Este blogue tem andado num marasmo incrível, não por falta de ideias para escrever, mas porque todas as ideias me parecem tolas. Longe vai o tempo do conversas-de-chacha em que qualquer coisa era pretexto para escrever (piqueniques, por ex.), mas também o título do blogue era bastante específico quanto ao seu conteúdo. Estarei a ficar velha e chata?
Não sei, mas a verdade é que me faz falta um pouco de post's da treta, por isso vou inventar aqui uma espécie de post's por fases, à semelhança dos livros da Anita, mas, em vez de ser da Anita, vai ser da Anouska. E, à semelhança também dos livros da Anita, vai-se falar de tudo e mais alguma coisa, desde que tenha a ver com a minha vida (que neste momento podia dar uma telenovela). Todos os dias 27, vão ter uma postagem do género. Portanto, aqui vai o 1º "livro": Anouska e os post-it! Com direito a capa e tudo, montagem by myself!

17 de maio de 2012

17 de Maio - Dia Internacional contra a Homofobia


Para quem não sabe, hoje é o dia mundial contra a homofobia.
A primeira vez que ouvi o termo homofobia já devia ser crescidinha, com uns 10 anos, e andei durante algum tempo a pensar que homofobia era ter medo de homens (homo+fobia - o meu latim sempre foi mais para o intuitivo...) o que me parecia sumariamente desagradável.

23 de abril de 2012

Que raio de "seca"

Supostamente estamos num ano de seca. Daquela seca por falta de chuva, que das outras secas tenho eu com fartura todos os anos, e não sou a única de certeza. Toda a gente fala em seca e eu penso que se calhar estou a viver num mundo paralelo, não comum às outras pessoas: é impressão minha ou ainda não parou de chover???

17 de abril de 2012

Perdóname - Pablo Alborán e Carminho

Olá a todos, que tal as vossas vidas? Tenho andado mais presente no meu outro blogue, e devido a uma blogagem colectiva em que participei lembrei-de desta música, que vem muito a propósito. Era para a incluí-la mas o post já estava grande demais. Se quiserem ler o post, estão à vontade para clicar aqui, já sabem que são sempre bem vindos tanto a este cantinho como ao outro ;)
Adoro esta música, adoro, adoro! Apesar do tema ser triste - relações que acabam sem parecer ter nexo nenhum... Apesar do cliché "A culpa não és tu, sou eu" ser repetido e à primeira vista estar fora de moda, muitas vezes, vezes demais, isto é mais que verdadeiro...

29 de março de 2012

Medidas correctivas: Conhecido pelo que ele fez de mal... ou pelo que ele fez de bem?

Eu às vezes fico um bocado pasmada quando ouço certas coisas na televisão. E não tem a ver com andar a estudar psicologia, porque isto são ideias que já foram cultivadas e cresceram no meu entendimento muito antes de ir para a faculdade.