2 de novembro de 2013

Tatá!

Isto está a tornar-se um hábito: fico mil anos sem escrever, volto a escrever dois ou três posts, volto a desaparecer outra vez. E isto passa de um blogue auto-centrado cheio de conversa de chacha para um blogue igualmente auto-centrado e cheio de conversa-de-chacha, mas de posts esporádicos. Com publicações mais ou menos com o mesmo intervalo que o aparecimento o cometa Halley...

31 de outubro de 2013

"estar casada é como um inesperado cheiro a frango assado à beira da estrada, como um pijama polar no inverno, como o cheiro a café e torradas de manhã"



29 de julho de 2013

Actividade onírica e Sonhos do Mês


Sou uma pessoa que sonha muito. Sonhos a dormir. Também durmo muito, o que parecendo que não tem a sua influência :P
Nunca liguei muita importância aos sonhos, afinal valem o que valem, é apenas a minha mente livre de condicionamentos e censuras a vomitar tudo e a tentar que tenha um sentido. Sonho a cores, normalmente vários sonhos por noite, é muito raro não me lembrar dos sonhos que tive e é muito raro também ter pesadelos. Bem como sonhos bons - os meus sonhos normalmente são intermédios, sem nada de especial, com coisas banais da minha vida ou, muito frequentemente, com pessoas desconhecidas e aspectos surrealistas.
Sonhos com monstros, fadas, e outras personagens sobrenaturais: acho que nunca tive. Nem quando era pequena. Nem com o Doraemon!
Uma vez falara-me do treino para se passar a ter "sonhos lúcidos". Ou seja, treinarmo-nos para, durante o sonho, repararmos que estamos a sonhar e conseguirmos modificar o sonho, ou acordar. Acho que é capaz de ser benéfico para quem tenha pesadelos recorrentes, ou pesadelos persistentes, mas para as pessoas normais não vejo benefícios. Quando sonho acho sempre que essa é a vida real, por mais estranho que o sonho esteja a ser e por mais bizarro que estejam os acontecimentos, e gosto que isso seja assim. Não teria graça nenhuma se fosse de outra maneira!
Eu e a minha irmã costumamos contar os sonhos bizarros e/ou engraçados uma à outra. E esta noite, e a outra, tive sonhos muito bizarros:

Não, não foi que estava nua.
Acho que nunca tive um sonho desses, apesar de ser um sonho relativamente comum!
O de há duas noites foi com um rapaz que evidenciava ter ascendência africana (posso dizer simplesmente preto, que é o termo que costumo usar e sem nenhum sentido pejorativo, a não ser quando digo mal de algum preto especifico, mas nessas alturas uso adjetivos muito mais pujantes que os referentes à cor da pele!). Era sem duvida o preto mais giro que alguma vez vi! Basicamente, o sonho era só isso. O preto de um lado para o outro, eu e o preto na marmelada. Mas nada hardcore, foi um sonho até muito inocente! Fim. --> Li nalgum lado que nunca sonhamos com rostos desconhecidos, por isso quero acreditar que anda por aí um preto sexy à minha espera. Vou ficar mais atenta no comboio!. 
O da noite passada foi com bebés. Bebés recém-nascidos, que não me deixavam dormir. Não paravam de chorar. E eu sem saber o que fazer aos bebés, e tinha tanto sono... E ainda por cima, tinham os berços no "quarto dos brinquedos", tão longe, e eu a pensar porque raio não enfiei os putos numa alcova no meu quarto, que seria muito mas prático. Acordei estafada.

Então lembrei-me: porque não assentar os meus sonhos durante um mês? Daqui a uns tempos (dois dias, no máximo) esquecê-los-ia para todo o sempre e parece ser uma coisa gira de se fazer, para pessoas meio loucas (como eu!) mais tarde recordarem. Podia dizer que tinha a ver com psicologia e tal, e que queria verificar qualquer coisa super interessante e obscura, uma estereotipo qualquer psicologico, mas seria mentira. Vai ser só, e somente, para me divertir.


Então, a partir de hoje, vai haver também um separador com o tema "Sonhos do Mês". Convido toda a gente a partilhar também sonhos interessantes, e durante este mês, haver aqui uma espécie de "tertúlia dos sonhos". A maioria de nós deve estar de férias, tem mais tempo para dormir e, portanto, mais sonhos terá!




18 de julho de 2013

Milk


Todos já sabem o quanto odeio ver filmes no computador, e a pena que tenho de não ter um leitor de DVD ou uma TV com entrada USB para puder ver filmes na televisão. Dêem-me pipocas, um sofá, uma tv e um filme interessante (e, de preferência, uma companhia pouco faladora, que odeio conversas a meio dos filmes!) e sou uma mulher feliz.
Como aderimos àquilo da fibra da zon ou lá o que é (o que significa para mim: posso ver coisas de até uma semana atrás) posso simplesmente refastelar-me no sofá e escolher um filme de jeito que tenha dado no Hollywood ou na Fox Movies durante a ultima semana. O que, sejamos sinceros, não é muito fácil, aquilo às vezes parece o desfile dos tristes...
E assim, esta semana já vi o Milk e o Ensaio sobre a Cegueira (também vi os Amigos Improváveis, mas porque havia uma promoção em que dava para inserir um código e podíamos alugar um filme gratuitamente). O primeiro foi o Milk.

Aqui está um trailer como eu gosto: curto e sem revelar demasiado sobre o filme!

Confesso que nesse dia nem estava muito para aí virada, queria era um pretexto para comer pipocas XD Por isso, foi a minha irmã a escolher o filme, disse que já tinha visto umas partes e que parecia interessante. E ainda bem, porque as pipocas queimaram-se, mas o filme valeu a pena! 

Não ficaram assim, mas pouco faltou!
Até o filme começar, pensava que ia ser um filme de comédia, mas como começa com a morte da personagem principal (não estou a ser spoiler, está logo ao inicio e além do mais está a história do homem na wikipédia) vi logo que não ia ser bem assim. 
Mas vamos ao filme: basicamente, é a história de Harvey Milk, um ativista dos anos 70 pelos direitos dos homossexuais e eleito supervisor da cidade de S. Francisco (o primeiro homem homossexual a ser eleito a um cargo público na Califórnia, segundo a wikipédia).  A trama desenrola-se no relato do próprio Milk, que decide gravar a sua história numa cassete para o caso de ser assassinado (o que acontece). Aos 40 anos, Milk muda-se com o companheiro Scott para a Rua Castro (que tinha uma grande concentração de homossexuais, vindos de vários pontos do país), em S. Francisco, onde abrem uma loja de fotografia. 

James Franco, giro e sexy, que faz de Scott Smith, o companheiro de Milk. Digam lá se não é para nos torturar! 
Milk tinha como objetivo os iguais direitos das minorias sociais e marginalizados pela sociedade (não apenas homossexuais, mas também negros e mulheres) e a história do filme é a história do movimento gay, iniciado por ele (principalmente contra as campanhas de Anita Bryant e John Briggs)
Entretanto pesquisei mais umas coisas na internet e a realidade ainda foi pior que no filme, há coisas que quase custa a crer que aconteceram nos Estados Unidos e já nos anos 70 (!). Faz-nos pensar que, apesar do quanto ainda falta fazer no campo dos direitos dos homossexuais, ao menos os professores já não são impedidos de ensinar nem as pessoas são presas ou mortas pela policia. Foi uma grande evolução para tão pouco tempo, é de notar. Em Portugal, ainda não podem adoptar (a co-adopção não conta, é apenas uma cantiga para se ir enrolando este assunto, "ó para nós que ainda não fizemos nada mas que parece que já fizemos alguma coisa") mas ao menos já podem dormir relativamente descansados.

Anita Bryant, a brilhar na sua campanha "Save our children". Hunf. Ainda por cima chamava-se Anita ! Segundo algures na net, foi ela que proferiu frases profundíssimas  tais como "Se a homossexualidade fosse normal, Deus teria criado Adão e Ivo" 

Harvey Milk todo florido na vida real, Harvey Milk todo florido no filme
Agora a minha opinião: para quem se interesse pela história do movimento gay e deste género de temas (como eu!) vai gostar muito. Vale a pena pela parte do fim, pelas palavras finais de Milk (que não vou dizer aqui, é surpresa para quem quiser ver!). Mas quem não liga a importância a estes aspectos mais históricos, se calhar vai passar grande parte do filme a bocejar e é melhor ver outra coisa. Como o Ensaio sobre a Cegueira ou os Amigos Improváveis, de que falarei a seguir.

Harvey Milk il même, na sua campanha para supervisor de S. Francisco
E desse lado, quem já viu?

14 de julho de 2013

Façam-me rir, senhores, façam-me rir.




"Eu, por exemplo, só tenho por amigos aqueles que possuem senso de humor. Não importa serem ricos, pobres, doutos ou ignorantes. Interessa o espírito fantástico, o amora da pieutea, o espírito diligente e capaz do riso. O riso (...) é o que me liga seriamente às pessoas"
Agustina Bessa-Luis

Afinal não sou só eu.
Façam-me rir e já me conquistaram. Sou assim, fácil. Todos dizem que as mulheres são complicadas e exigentes, mas eu sou uma das muitas excepções. 
Uma rapariga que ri sem medo de estar a ser ridícula, de ter coisas nos dentes, de ter o riso "feio" ou "estridente", fica instantaneamente encantadora; um rapaz que ri à gargalhada sem ligar aos "menos, menos" dos amigos sobe em flecha nos pontos da minha escala de sexiness interior. 
Uma pessoa que não ria ou sequer sorria e passe o tempo todo com cara de posta de pescada não tem valor nenhum para mim. Pode ser interessantíssima, ter dado a volta ao mundo, gostar das mesmas coisas que eu, falar com fluência e desembaraço sobre coisas interessantíssimas que não vou querer passar tempo com ela. Prefiro que seja ignorante, chata e calada, mas que saiba apreciar uma boa piada e que seja capaz de fazer um comentário sarcástico sobre qualquer coisa banal e corriqueira. Ou que simplesmente sorria com sinceridade e frequentemente.

E pronto, lembrei-me disto porque esta semana fui à Primark e achei o rapaz que nos atendeu extremamente giro. Depois comentei com a minha irmã, olhei melhor e vi que se calhar não só não era nada de especial, como também seria considerado feio pela maioria das pessoas que conheço. A única particularidade que tinha era que sorria muito. 
Se comentasse isso com a maioria das minhas amigas fariam pouco de mim. A minha irmã, por ser gémea e um prolongamento de mim, concordou inteiramente!

26 de junho de 2013

Procrastinação...

Tenho dois exames para a semana.
Um segunda e outro terça.

Ainda não decorei (não, não é saber: neste momento, as faculdades neste país apostam mais no decorar,  por isso temos de nos conformar) o modelo life-span para Psicologia do Envelhecimento, nem as diferenças entre a abordagem tradicional e a atual na Psic. Cog. Comp. Int. para Psicologia Clínica e da saúde, que estou a tentar decorar há uma eternidade mas entretanto já decorei dois fados novos (novos para mim!) sem ter feito nada para isso.

Enfim!

Aqui vai um deles, da Ana Moura, que apesar da letra deprimente (amores impossíveis não são propriamente razão de grandes animações) é um deprimente que eu gosto, com um certo humor. De momento, é um dos meus fados preferidos! 
Tanto que, depois de eternidades sem publicar nada, decidi partilhá-lo com vocês (mesmo que não gostem de fado, isto nem parece fado, a Ana Moura é mesmo assim...)


Aviões no céu a mil 
Banda larga em Arganil

Argonautas, foguetões 
Fogos fátuos e neutrões
Nitro, super, combustão 
Consta em Santa Comba Dão
Dão-se destas situações 
Milagres, aparições
Dava-se outro caso assim
E tu gostavas de mim



Pode um rebento em Belém 
Ser filho mas só da mãe
Multiplicação do pão 
Boavista campeão
Automóveis sem motor 
Motociclos a vapor
Se não tem divina mão 
E acontece tudo em vão
Dava-se outro caso assim
E tu gostavas de mim



Lei e ordem no Brasil 
Ciber-espaço em Contumil
Cães em naves espaciais 
Micro-chips em cães normais
Micro-sondas em Plutão 
Dentro da televisão
Situações paranormais 
Para nós mais que banais
Não era pedir demais
E tu gostavas de mim

22 de maio de 2013

Dia do Abraço!

Descobri à tarde, por uma amiga, que hoje se celebrou o dia do abraço e, claro, não podia deixar passar em branco o dia de uma das minhas atividades preferidas (a seguir a conversar!). 
Pouca coisa me sabe tão bem como um abraço, daqueles espontâneos, na altura certa e vindos de pessoas de quem eu gosto. Adoro quando os miudos começam a perceber a função social do miminho e do abraço e nos dão abraços espontâneos em vez de correrem no sentido oposto quando lhes perguntamos se lhes podemos dar um beijinho. 
Há toda uma palete de abraços à escolha, e eu sinceramente gosto de todos. Vi esta imagem há tempos numa página de banda desenhada (também tenho as minhas pancas) e achei que valia a pena encher mais um bocado o disco do meu pc guardando-a:


Com base nisto, decidi fazer uma lista dos meus 10 abraços preferidos ou que considero mais comuns e baptizá-los:

8 de maio de 2013

Miscelâneas incongruentes


A semana passada, vinha eu da biblioteca (descobri as alegrias de ter uma biblioteca ao pé de casa - livros gratuitos!) com os três livros que tinha escolhido para este mês na mão, quando reparei nos títulos:

- Caderno de Agosto, da Alice Vieira
- A arte de ser bom pai - cartas de Eça de Queiroz para os filhos
- Liza a pecadora, de Sommerset Maugham (tenho de trazer sempre um livro dele, acho que vou ler as suas obras todas de seguida até me enjoar).

O primeiro é um livro para crianças e pré-adolescentes (a Alice Vieira é a minha escritora preferida - tenho 20 anos, a caminho dos 21), o segundo uma compilação de algumas cartas do Eça para os filhos, com comentários de Beatriz Barrini e o terceiro, bem, o terceiro é o Maugham e nem preciso de explicar mais nada.
Parecem livros para pessoas diferentes, mas não, são todos para mim. 
Para a próxima, vou trazer o Anna Karenina, do Tolstoi, outro do Maugham e um livro da colecção "Profissão Adolescente", da Maria Teresa Maia Gonzalez (talvez o "Tão cedo Marta!", se estiver disponível...). 

6 de maio de 2013

Há dias felizes!


Não estava muito preocupada com o assunto, afinal não estava na "linha de fogo", mas foi um alívio saber que entrei para o mestrado que queria. Fiquei radiante :D 

É estranho. Parece que ainda ontem entrei para a faculdade e escrevi este post aqui. Não conhecia ainda quase ninguém, não tinha visto um único professor (real, o da aula fantasma não conta!), não tinha ido a uma única aula (a primeira seria segunda-feira, Biologia e Genética, ainda me lembro!). Estava entusiasmada por ir conhecer pessoas novas, por mudar de ares. Tinha a minha irmã e o meu melhor amigo mesmo ali ao lado (entretanto o cenário alterou-se...). Estava feliz.
Passados três anos, o balanço mantêm-se positivo. Muito positivo, até. Apesar deste semestre andar mais desmotivada (digamos que a reformulação do plano de estudos não foi o que eu estava à espera...), estou entusiasmada com o que vem aí. 
Apesar de serem assustadoras, continuo a gostar de mudanças. Estou mais que preparada para esta.
E, daqui a 2 anos, vai ser interessante ler este post outra vez. 
Desejem-me sorte!

27 de abril de 2013

Livro 2 - Anouska tem um medo que se pela por cavalos

Não sei precisar quando começou. Eu sei que é impossível alguém nascer com medo de cavalos, mas sinceramente, acho que é o meu caso! Os burros não entram nesta equação: os burros são fofinhos, eu meto-me em cima deles sem problemas e uma das melhores recordações que tenho da minha infância é pegar a boleia de todas as carroças que via passar na terra do meu avô. Os burros não contam.

24 de abril de 2013

Quando se faz o que se gosta...


... chega-se a casa com asas nos pés e cheia de ideias na cabeça para projectos futuros!


Adoro dias assim.
Deixem-me gozar desta sensação, que amanhã já passou tudo!


7 de abril de 2013

Voltar de férias...

Pois é, voltei! Duas semanas passaram num ápice, e amanhã lá voltou eu para as greves da cp, trabalhos da faculdade, aulas (umas secantes, outras interessantes!), correrias, enfim. Lá volto eu à minha vida.
Digo a toda a gente que gosto de viver onde moro (e é verdade!), mas adorava morar num lugar onde pudesse passear depois do jantar. É que apesar do frio que se fez sentir em Trás-os-Montes (ontem então nem se fala!) as caminhadas depois do jantar eram o ponto alto do dia. E depois de duas semanas rodeada por estas paisagens, quem é que se pode sentir feliz por voltar para um subúrbio lisboeta???








(as fotos são todas minhas, tiradas por mim nestas duas semanas)

Morasse eu mais perto... Assim, só em Agosto.
Estou deprimida!

5 de abril de 2013

Servidão Humana


 
Como sempre, ou quase sempre, acontece, leio primeiro um livro sem saber nada sobre ele e só depois vou ver o que as críticas, os amigos, a wikipédia ou o que seja, dizem dele. Normalmente, fico desiludida e esqueço depressa a crítica, mas no caso da Servidão Humana esta crítica deixou-me a gostar ainda mais dele, porque permitiu-me a comparação directa do que corresponde à realidade (ou seja, à vida do Maugham) e do que corresponde à ficção (ou seja à vida do Philip).
Adoro o Maugham, quase de paixão, apesar de, com este, ter lido apenas 3 livros. Adorava tê-lo conhecido e acho uma injustiça verdadeira ele ter morrido ainda antes da minha mãe nascer. Não seria bom chegar-me ao pé dele, estender-lhe a mão e "Olá Sr. Maugham [lê-se algo como Môme] como tem passado, agora sente-se aqui, beba um chá [o homem era inglês e todo o bom inglês gosta de chá] e fale."? 

29 de março de 2013

O discurso do rei

 
Devido a ter raptado levado por empréstimo o disco externo de um amigo (obrigada Hélder!), fiquei com uma autêntica legião de filmes para ver. Como os fieis seguidores deste blogue sabem, CONTINUO SEM TER DVD. Acho que a maldição dos DVD's se abateu sobre mim e já não há nada a fazer. Junta-se este facto ao facto de não ter uma televisão (em Lisboa, aqui na terra sim) daquelas que dá para pôr uma pen atrás, mais com o facto de não gostar de ver filmes no computador, acrescentado ainda ao facto de uma ida ao cinema estar escandalosamente cara, e o resultado é eu não ver nem metade dos filmes que gostaria de ver. Nem um terço, na verdade.  
Um deles era o Discurso do Rei. Já o queria ver há tanto tempo que até já tinha medo que a expectativa me fizesse não gostar do filme. Mas parecia ter tudo o que eu ia gostar - é um filme histórico que, tinha ouvido dizer, tentou ser o mais fiel possível aos acontecimentos que aconteceram na realidade. Resumidamente (até porque de certeza que a maioria de vocês já deve ter visto o filme) a história é sobre o príncipe Albert (futuro George VI) que sofria de gaguez.

23 de março de 2013

Pêlos masculinos


Nada como recomeçar o blogue entrando logo em assuntos controversos! E podia pegar em várias coisas, desde a educação até à pobreza do mundo, mas vou pegar por uma das coisas que me faz muita confusão, como o sabem todos os meus amigos: pêlos masculinos.

Desde que me lembra de ter começado a olhar para os rapazes com olhos de ver que sempre achei os pêlos masculinos o supra sumo da sensualidade. Um homem sem pêlos parece-me um pré-púbere, um garoto. Para mim, um homem para ser sexy tem de ter pêlos. E além disso é irritante ir no metro e ver que o rapaz que está ao nosso lado tem menos pêlos nos braços que nós.