18 de março de 2013

Regresso - Olá!


Olá a todos! Depois de quase um ano sem escrever, em que dei mais atenção ao outro blogue, o Mãos de Manteiga, é tempo de voltar. Não consigo viver sem escrever, está-me nos genes, inserido no mircroship, instalado em mim de qualquer maneira - e escrever para aqui parece-me muito menos deprimente do que escrever sozinha, numa folha de papel. 
Mas não queria apenas continuar a escrever como se nada fosse a partir do ponto em que tinha acabado - que, ironicamente, prometia pelo menos escrever todos os meses, numa espécie de rubrica chamada "Livros da Anouska". Por isso decidi dar um pequeno ajuste ao blogue, torná-lo mais organizado e um pouco mais coerente. Depois de uma volta pelas mensagens publicadas, reparei que os meus post afinal não eram assim tão desorganizados e que se podiam inserir numa (ou numas) das seguintes categorias: 

27 de maio de 2012

Livro 1 - Anouska e os Post-it

Este blogue tem andado num marasmo incrível, não por falta de ideias para escrever, mas porque todas as ideias me parecem tolas. Longe vai o tempo do conversas-de-chacha em que qualquer coisa era pretexto para escrever (piqueniques, por ex.), mas também o título do blogue era bastante específico quanto ao seu conteúdo. Estarei a ficar velha e chata?
Não sei, mas a verdade é que me faz falta um pouco de post's da treta, por isso vou inventar aqui uma espécie de post's por fases, à semelhança dos livros da Anita, mas, em vez de ser da Anita, vai ser da Anouska. E, à semelhança também dos livros da Anita, vai-se falar de tudo e mais alguma coisa, desde que tenha a ver com a minha vida (que neste momento podia dar uma telenovela). Todos os dias 27, vão ter uma postagem do género. Portanto, aqui vai o 1º "livro": Anouska e os post-it! Com direito a capa e tudo, montagem by myself!

17 de maio de 2012

17 de Maio - Dia Internacional contra a Homofobia


Para quem não sabe, hoje é o dia mundial contra a homofobia.
A primeira vez que ouvi o termo homofobia já devia ser crescidinha, com uns 10 anos, e andei durante algum tempo a pensar que homofobia era ter medo de homens (homo+fobia - o meu latim sempre foi mais para o intuitivo...) o que me parecia sumariamente desagradável.

23 de abril de 2012

Que raio de "seca"

Supostamente estamos num ano de seca. Daquela seca por falta de chuva, que das outras secas tenho eu com fartura todos os anos, e não sou a única de certeza. Toda a gente fala em seca e eu penso que se calhar estou a viver num mundo paralelo, não comum às outras pessoas: é impressão minha ou ainda não parou de chover???

17 de abril de 2012

Perdóname - Pablo Alborán e Carminho

Olá a todos, que tal as vossas vidas? Tenho andado mais presente no meu outro blogue, e devido a uma blogagem colectiva em que participei lembrei-de desta música, que vem muito a propósito. Era para a incluí-la mas o post já estava grande demais. Se quiserem ler o post, estão à vontade para clicar aqui, já sabem que são sempre bem vindos tanto a este cantinho como ao outro ;)
Adoro esta música, adoro, adoro! Apesar do tema ser triste - relações que acabam sem parecer ter nexo nenhum... Apesar do cliché "A culpa não és tu, sou eu" ser repetido e à primeira vista estar fora de moda, muitas vezes, vezes demais, isto é mais que verdadeiro...

29 de março de 2012

Medidas correctivas: Conhecido pelo que ele fez de mal... ou pelo que ele fez de bem?

Eu às vezes fico um bocado pasmada quando ouço certas coisas na televisão. E não tem a ver com andar a estudar psicologia, porque isto são ideias que já foram cultivadas e cresceram no meu entendimento muito antes de ir para a faculdade.

27 de março de 2012

Quase na Páscoa! (esta vida de estudante está a dar cabo de mim paparaparaparaparaparapari)

Eu sei que sou apologista da organização, e que digo aos 4 ventos que com organização temos sempre tempo para tudo, mas às vezes isso simplesmente não é verdade. Às vezes mesmo com muita organização só temos tempo para metade das coisas que queremos fazer... Por isso este blogue, leituras, escrituras e afins têm ficado esquecidos, renegados a um canto da memória e da organização, para quando tiver "tempo".
Estou quase de férias da Páscoa mas vão ser tudo menos férias: frequências, resumos, trabalhos, investigações, pesquisas, perguntas para fazer... Mas sabe bem mudar de ares, ir para a "terra" e matar a saudadite aguda que teima muitas vezes em tornar-se crónica. Isto das saudades é um problema!
E, pelo meio, aproveitar para dormir e comer amêndoas de açúcar e chocolate, ler, fazer ponto cruz e outras "coisas de idosa" (como diz a minha irmã), deitar-me a apanhar este sol de primavera que quase parece de verão antecipado.
Mal posso esperar!


16 de fevereiro de 2012

Só de mim

Acho que toda a gente já deve ter visto este video, eu vi-o em todo o lado: no Tá Bonito, no facebook de amigos, no youtube, enfim, está por todo o lado. Gosto muito dele por várias razões: pelo texto, pela música de fundo, por ser em português e por ter sido gravado em Lisboa... Soube que este video foi desenvolvido pela Ana Luisa Bairos, do blogue "Doce para o meu doce" de que, claro está, depressa me tornei seguidora.
Muito bom mesmo, é sempre agradável ver alguém ter uma boa ideia e pô-la em pratica em cenário português. Vale a pena ver, se ainda estiverem numa onda de Dia dos Namorados tardia...

14 de fevereiro de 2012

À quoi sa çert l'amour?

Já não escrevia aqui há imenso tempo, já estáva com saudades! Nada como recomeçar no Dia dos Namorados.
Com ou sem namorado, o dia não é indiferente a ninguém. E lá por estarmos de momento descomprometidos, não significa que não possamos viver o dia em celebração ao amor e ao miminho. Porque ninguém vai ficar sozinho para sempre. Portanto, para a malta solteira, deixem lá as depressões e as tretas do facebook que dizem que odeiam o Dia dos Namorados e que declaram guerra ao amor. Aproveitem e vejam filmes cómicos e enfrasquem-se de chocolates até quase ficarem em coma diabético.
E fiquem com a incontornável e sempre minha amiga Edith Piaf. A música em si pode não vos dizer nada, mas o video vale sempre a pena.


Bom dia dos namorados para vocês!

16 de dezembro de 2011

Natal "chez nous"

Pois é minha gente, o que é feito do tempo??? Ainda ontem estávamos no Verão, eu a dançar nos bailes todos o maior número de lambadas possíveis, a apanhar amoras e a fazer doces, a dormir sestas e a apanhar batatas, e agora já estamos em Dezembro, o 1º Semestre acabou hoje na teoria, faltam "apenas" os exames. E passar neles, claro. E num instante vamos chegar ao Natal (é já deste Domingo a oito dias, Santo Deus!).

25 de novembro de 2011

Época de Exames - AGAIN!!!!

Vem aí a época de exames novamente! Iei! (Sim, eu sou daquelas pessoas que gosta da época de exames)
De volta à maratona intitulada "Bora lá fazer tudo em  em 1º fase e tentar acabar com uma granda nota para depois ficar um mês em casa de papo para o ar sem fazer nada ou ir passear e comer gelados ao Santini sem preocupções a contaminar as papilas gustativas".
Estudar em pijama e em patufas com forma de bonecos de neve é altamente terapêutico. Assim como ir interrompendo o estudo de 20 em 20 minutos para voltar a colar com carradas de fita cola as luzes de Natal que insiti em pôr na minha janela, apesar de dar para as traseiras do prédio (traseiras essas que só são vistas por passeadores de cães e mulheres que estendem a roupa - actividades que usualmente não se fazem durante a noite, ainda mais neste paraíso suburb(i)ano). Mas isto fica para outro post!

A minha vida é terrivelmente normal e assustadoramente cíclica. Devia escrever um livro.

9 de novembro de 2011

Algumas considerações e contagem de calorias... no fim!

Este blogue anda assim a meio gás, porque entretanto criei outro, sobre as novidades e experiências gastronómicas cá de casa (http://maos-de-manteiga.blogspot.com - podem dar um olhinho, são sempre bem-vindos!), mas também porque não tenho tido paciência para grandes dissertações, e vocês, seguidores fieis do meu blogue (que brinco sempre dizendo que é só um, e chinês, mas que no fundo sei que não é verdade) sabem que eu quando escrevo gosto sempre de me alongar e abusar da vossa paciência e pestanas. E agora não tenho tido grande paciência para pensar muito sobre coisas da minha vida que depois publique no blogue, sabem? A culpa toda é da faculdade, dos artigos escritos num inglês insonso que me atrofiam os miolos, a paciência e a vontade de ser gente, claro está.

6 de novembro de 2011

O que é mais mortal?

Bem, sempre pensei que ser atingida por um raio seria provavelmente mortal, mas vejam só o que eu encontrei no Guiness World Records de 2006:

Sobrevivente a mais relâmpagos
Roy C Sullivan (EUA) foi o único a sobreviver 7 vezes a um relâmpago. Em 1942 (perdeu a unha do dedo grande do pé), 1969 (perdeu as sobrancelhas), 1970 (queimou o ombro esquerdo), 1972 (o cabelo pegou fogo), 1973 (cresceu-lhe o cabelo e queimou as pernas), 1976 (feriu o tornozelo) e 1977 (queimaduras no peito e estômago). Em 1983 suicidou-se, devido a um desgosto de amor

Livra! Nem pergunto o que o homem andaria a fazer... Qual seria o emprego dele? Caça raios???
Agora uma pessoa sobreviver a tanto raio e depois suicidar-se é uma comédia. O género de humor que às vezes se encontram nos filmes de terror.

Bem, vou ver se me afasto das trovoadas e dos desgostos de amor. Não me apetecia nada ficar sem sobrancelhas!


28 de outubro de 2011

Estou com um problema? Serei só eu?


Estou com um problema! Sempre que quero (ahaha, quero!) começar algum trabalho (um dos mil e quinhentos que tenho para fazer), o computador chama por mim (juro, ele fala!) e quando dou por mim já se passou meia hora e eu às voltas em blogues que me ensinam a fazer flores de massapão, bolo de pistáchio e empadas de galinha.
Será que é uma doença reconhecida pela OMS? Se é, quero a curas já! Para o bem da minha média e das minhas coxas...

O monstro do inferno e da preguiça voltou a atacar. E agora?

10 de outubro de 2011

Brincar com bonecas

Eu assumo sem vergonhas: eu brinquei com bonecas!!! A seguir a brincar com a minha irmã e a seguir a brincar com a minha amiga Luísa, muito mais do que ver episódios do Doraemon, o que eu fazia mais era brincar com bonecas.
Muitos dramas se desenrolaram no chão da arrecadação (quarto dos brinquedos, tá?). E a nossa imaginação (minha e da minha irmã) não tinha precedentes: apesar de nunca brincarmos uma com a outra - a minha irmã sempre teve ideais de vida das bonecas diferentes dos meus - as nossas ideias para potenciarmos a parapenólia de tralha a que chamávamos brinquedos eram bastante similares.
Eu era fiel à minha Barbie. Barbie que chamava barbie mas na verdade era uma Nancy. Nada igual às Nancys de agora, com aquela cabeçorra descomunal. A minha Nancy era loira, de olhos azuis, cabelo sedoso, cara meiguinha e corpo mais ou menos proporcional. Muito mais simpática que a Barbie. Tinha um defeito: não dobrava os braços. Como se isso fosse algum problema!